Magic Kingdom para crianças pequenas


Pra mim, o Magic Kingdom é o parque que mais traduz a Disney. Iniciar a programação de Orlando por ele dá um impacto inicial legal e transporta pro mundo Disney, principalmente quando há crianças envolvidas na viagem.

Em setembro e outubro, o parque ganha um colorido a mais, por causa da decoração para a Not So Scary Halloween Party, uma festa noturna com fogos, comidas, brincadeiras e os vilões da Disney reunidos (é bem raro ver um vilão dentro do parque, fora dessas festas especiais). O Ingresso é a parte e só permanecem no parque os que vieram pra festa.

Decoração de Halloween

Setembro é um mês ótimo para visitar a Disney porque ainda é quente, o que permite frequentar piscinas e parques aquáticos, porém não é tão cheio, já que os americanos não estão mais de férias.

O MK talvez seja o parque mais interessante para crianças pequenas, que o aproveitam a valer. Nesse post, vou focar nas atrações mais interessantes para crianças até 5 anos, o que significa que nem todas as atrações do MK estarão listadas aqui.

Em Fantasyland, há diversas atrações bacanas que encantam os pequenos, como o simpático passeio de barquinho pelas nações do mundo do It’s a Small World (atenção: Fast Pass necessário),  o lindo filme 3D Mickey’s PhilharMagic, as xícaras voadoras do Magic Tea Party, o Carrossel do Prince Charming , o Voo do Peter Pan (pode ser pouco assustador por ser escuro) e é claro, o próprio Castelo da Cinderela, que é mais cenário do que atração propriamente dita. Ao lado do Castelo, fica a famosa Bibbidi Bobbidi Boutique, que transforma meninas em pequenas princesas,  com hora marcada e orçamento específico para isso (não é nada barato).

Mad Tea Party

A New Fantasyland  já estava parcialmente aberta , com várias atrações divertidas, algumas conhecidas como o The Barnstormer, uma espécie de “minha primeira montanha russa”, onde crianças com mais de 102cm podem curtir, acompanhadas dos pais (minha filha de 4 anos adorou) e o Dumbo The Flying Elefant, um clássico, sempre com fila. Entre as atrações novas, está o Casey Jr.Splash N Soak, uma área molhada onde as crianças se refrescam no calor, com água para todos os lados. Novas atrações bacanas virão por aí agora em dezembro e no início de 2013, mais um motivo para voltar a Orlando nas próximas férias.

Casey Jr.Splash N Soak

Em Fantasyland, próximo a Barnstormer, pode-se pegar o trem  (Walt Disney World Railroad) e ir para Frontierland, uma área que remete ao início da colonização americana, onde ficam as famosas Splash Montain  e a Big Thunder Montain Railroad. A altura mínima necessária para ingresso em ambas é 102cm, porém não são muito recomendáveis para crianças pequenas, no limite dessa altura. Minha filha mais velha quis ir e saiu bem assustada.

Frontierland

Em seguida, hora de rumar para a Adventureland para ver as fadinhas Disney no Thinker Bell’s Magical Nook e voar no The Magic Carpets of Aladdin (esses são adorados pelas crianças pequenas). Há, nessa área do parque, o Jungle Cruise e também o famoso Piratas do Caribe, que pode assustar os menorzinhos.

Tomorrowland não é uma área do parque focada em crianças pequenas, porém os meninos pode gostar do Buzz Lighyear’s Space Ranger Spin, a partir de uns 4 anos, eu diria.

Tomorrowland

Não percam a área nova, logo na entrada para Fantasyland, onde fica Merida, a Princesa Valente, ensinando meninos e meninas valentes a atirarem de arco e flecha (até 18h).

Fora os brinquedos,  há as paradas e o Wishes, show de fogos inacreditável, sobre os quais eu falarei no próximo post.

E pra terminar, as dicas são: coma muita pipoca e sorvete do Mickey, beba muita limonada, alugue ou leve o seu carrinho (15 dólares por dia), vá de ônibus se você está hospedado dentro da Disney e sempre, sempre, fique pro Wishes.

Viagem à Disney: o planejamento


Eu realmente pensei: o que eu posso escrever sobre Orlando que ainda ninguém escreveu? Nada, obviamente. Será que vale a pena escrever? Sabe que sempre vale. Uma visão pessoal e honesta sobre uma viagem pode ser aproveitada por algumas (espero que muitas) outras pessoas.

Essa viagem era voltada para minha filha maior, de 4,5 anos, louca por princesas. Eu realmente fiquei em dúvida entre levar ou não minha filha menor de menos de 2 anos (na verdade, 1 ano e 10 meses, durante a viagem), mas optei por levar, sabendo das limitações de se viajar com uma criança tão pequena. Resolvemos encarar.

PLANEJAMENTO:

Essa viagem começou meio sem querer. Eu estava de olho no site da Disney, entrava de vez em quando esperando alguma promoção para ver ser seria possível viajar nas minhas férias, marcadas para setembro (tinha decidido que, se fosse, ficaria dentro do Walt Disney World Resort, para me facilitar a vida, com criança pequena) e não é que, em abril e setembro, há promoções para os hotéis da Disney,  já que são os meses que os americanos viajam menos?

Optamos por um Resort Value dentro da Disney, que com 20% de desconto, ficou bem acessível. Os Resorts da categoria Value incluem todos os All Stars (Movies, Music e Sports, mais antigos, próximos ao Animal Kingdom), o Pop Century e o recém inaugurado Art of Animation, ambos próximo ao ESPN Wide World of Sports Área. Ficamos no All Star Music, que se revelou bem interessante e super adequado ao tipo de férias que estávamos programando. Alegre, cheio de vida, colorido, antigo mais super confortável, repleto de crianças e com uma deliciosa piscina. Era entrar no lobby e sentir as boas vibrações. Afinal, você chegou na Disney World e ficar no complexo já o faz entrar no clima de fantasia desde o check-in.

O transporte para os Theme Parks (Animal Kigdom, Magic Kingdom, Epcot e Holywood Studios), assim como para os parques aquáticos (Thyphoon Lagoon e Blizzard Beach) e Downtown Disney, é feito por ônibus rápidos e com ar condicionado, a partir de cada um desses hotéis da categoria Value (alguns dos demais hotéis, mais luxuosos, também são servidos por barco ou monorail).

Se você pretende ficar apenas dentro da Disney, não há porque alugar carro, já que os ônibus te deixam muito perto da entrada dos parques e de carro, há que se estacionar longe. Andar de noite; após toda a diversão (e possivelmente com crianças adormecidas), até o carro, pode ser um perrengue evitável.

Porém, se há o interesse em sair do complexo Disney para visitar outros parques (como os da Universal e Sea World, por exemplo) ou fazer compras nos outlets de Orlando; um carro alugado é uma opção bem interessante de transporte. Para os hóspedes da Disney, não é cobrado estacionamento nem nos parques Disney nem nos hotéis. Basta mostrar sua carteirinha. E sem querer, descobri uma vantagem adicional em estar de carro próprio: fazer refeições (e conhecer) nos outros hotéis do complexo Disney. De ônibus, isso seria mais complicado, há horários muito mais limitados. E essas refeições podem ser com personagens. Farei posts específicos sobre o assunto na seqüência.

Para alugar carro na Flórida, a oferta é muito grande, e dá para encontrar muito boas ofertas nos sites das próprias locadoras e até mesmo no Hotwire e Priceline (só não faça o seguro oferecido pelo Hotwire que não cobre quase nada). Só há um detalhe importante: o motorista habilitado deve ser o dono do cartão de crédito a ser debitado o valor do aluguel. Isso é praxe pra quem é acostumado a alugar carro no exterior, mas não custa relembrar. Outro detalhe sobre a locação de carros: crianças com menos de cinco anos na Flórida, por lei, devem andar na cadeirinha. E não existe a possibilidade de sair do aeroporto e comprar uma cadeirinha barata num Walmart da vida. O pessoal da locadora não costuma permitir que você saia com o carro. Portanto, leve sua cadeirinha ou alugue (super caro) pela locadora. Pelo menos foi assim com a Hertz.

As passagens para Orlando são caras, mas vez por outra, aparecem promoções. O único vôo direito é pela TAM, mas as tarifas costumam ser proibitivas devido à alta procura. Mais uma vez, o universo conspirou para que fossemos para a Disney e eu encontrei passagens da American Airlines por 640 dólares (claro, em promoção), com conexão em Miami. Esse lance de conexão em vôo pros Estados Unidos é um pouco chato, já que você tem que desembarcar, passar pela Imigração (longas filas), retirar sua bagagem na esteira, a entregar para o pessoal da companhia aérea em solo (não é necessário fazer novo check-in, pois este é feito aqui no Brasil e você já recebe todos os cartões de embarque) e passar novamente pelos procedimentos de segurança para embarcar num vôo interno (no caso, Miami-Orlando). Uma conexão curta pode ser bem problemática. Há um só detalhe que pode te ajudar a não surtar: no vôo internacional, se há um bebê menor que dois anos, que viaja nos braços e não pagou pela passagem, este recebe um cartão de embarque. No vôo interno, não. Vem escrito em um dos cartões de embarque dos pais “plus infant”. Não faça como eu, enlouqueça achando que perdeu um dos cartões de embarque num tempo de conexão tão apertado.

Quanto à alimentação: fizemos o Dining Plan da Disney com Table Services (serviços de mesa, servidos) e achei que compensou muito para quem se hospeda na Disney. Vou escrever um post específico sobre isso também.

E a última dica é a do carrinho: são itens de primeira necessidade para crianças pequenas, mas não pense que você os encontrará tão facilmente nos Walmarts e Targets. Todo mundo tem a idéia de comprar um carrinho guarda-chuva ao chegar a Orlando e portanto, são itens que somem rapidamente das prateleiras dos grandes magazines. Andamos por quatro deles até encontrar (compramos dois bem descartáveis por 15 dólares cada um), mas perdemos um certo tempo precioso nessa busca. Minha dica é: compre pela Internet antes e mande entregar no hotel. E nem pense em alugar nos parques: sai 15 dólares por dia por carrinho.

No mais, leve poucas roupas leves para o período de setembro (lembre-se que você pode comprar roupas lá e há lavanderia barata dentro dos hotéis), filtro solar, bonés e o mais importante: divirta-se muito. Nenhuma outra viagem é tão feliz como essa!

Sobre blogueiros profissionais e amadores: que caminho seguirá a blogosfera?


Eu comecei o Bigtrip no antigo blogspot em 2005, enquanto me preparava para uma Eurotrip meio mochilão com o meu marido. Logo migrei pro WordPress e em seguida pro blog Abril, que acabou e eu retornei pro WP, agora com domínio próprio. Estou contando isso apenas para dizer que o BigTrip tem 7 anos (pasmem!) e nem eu mesma tinha me dado conta disso.

O intuito do meu blog nunca foi a profissionalização. Ele funciona como um diário de viagem,  sempre foi assim. Até porque, por mais que eu goste de viajar, com apenas 30 dias de férias em um ano, teria que encher muita linguiça pra blogar de forma pró.

A ideia de começar o blog aconteceu depois que eu conheci o VnV do Ricardo Freire,  ao entorno do qual se formou uma comunidade de viajantes maravilhosa e de onde vieram muitos amigos pessoais. A fórmula deu muito certo: juntar pessoas interessantíssimas que gostam de viajar ao redor de um blogueiro excepcional, com uma mega bagagem e um texto delicioso. E assim, foi criada a Viajosfera (blogosfera de viagem) e muitos, como eu, criaram os seus blogs pessoais. Nessa época, não se pensava muito na profissionalização dos blogs.

Mas o tempo passou, a Internet mudou e muitos blogueiros resolveram “inventar” e consolidar a profissão blogueiro. Tanto no círculo dos blogs de viagens como nos outros círculos (moda, tecnologia, vinhos, culinária, política, etc). E com o advento das redes sociais, que servem também para divulgar o trabalho do blogueiro, tudo ficou mais simples e fácil.

Depois de muito trabalho, muito tempo investido, muita grana investida em viagens, o sucesso veio, claro, e com ele os rendimentos. Ótimo, mais do que merecido!

Só que, muitos blogueiros novos também resolveram seguir por esse caminho  e chegamos num ponto, onde (me parece) que todo mundo quer virar blogueiro profissional e viver do blog, viajando o mundo, ganhando viagens fantásticas em hotéis de luxo e ter uma vida glamourosa.  Eu acho muito natural que muito queiram isso, mas é preciso haver reflexão.

Não é fácil, e infelizmente, pouquíssimos atingirão esse objetivo. Há que se trabalhar muito e duramente para chegar a algum lugar, numa blogosfera saturada por blogs medianos. Há que se investir muito tempo em pesquisa, conhecimento de tecnologia, há que se aprimorar o português e o texto, além passar tantas horas na frente de um computador que possivelmente se trabalhará mais do que em um emprego formal.

Eu já cheguei faz tempo à conclusão de que essa vida não é pra mim, que tenho uma outra profissão e vivo dela. E que meu blog será sempre “amador” e não há vergonha alguma nisso. Acredito que mais pessoas chegarão a essa conclusão, de uma forma ou de outra e que o boom de probloggers de viagem passará rapidamente. Terá sido um sonho efêmero, como muitos outros sonhos proporcionados pela Internet. E voltará a haver equilíbrio entre probloggers fantásticos, dedicados, éticos e respeitados e entre seres comuns; blogueiros amadores, que querem apenas dividir suas impressões de viagens com os leitores, hoje ávidos por mais transparência, mais diversão e menos altivez. Eu realmente espero por isso.

Renovação do Visto Americano na Prática


Eu sabia que havia novas regras para renovação do Visto Americano a partir desse ano. Regras estas que ficariam mais claras com o lançamento do novo site do programa de vistos no Brasil.

Achei interessante mostrar o passo-a-passo aqui:

A primeira etapa é tirar a foto. Ela precisa ser em fundo branco, com feições sérias, orelhas e olhos bem visíveis. Tiramos as nossas no Shopping Eldorado, num fotógrafo especializado, no segundo subsolo, ao lado do posto da Polícia Federal.

Para crianças, a foto precisa ser impressa (1 cópia) e digital. Para adultos, apenas a digital é necessária.

A segunda etapa é preencher online o formulário DS-160. Ele está disponível neste link. Você testa se sua foto digital pode ser usada, baixando-a do seu computador e em seguida começa o preenchimento. Caso não domine bem a língua inglesa, peça ajuda para alguém pois o preenchimento é longo, mais longo ainda para adultos, e pode ser diferente para cada pessoa. Preenchi os 4 formulários, meu, do meu marido e das minhas duas filhas. O do meu marido teve o maior número de perguntas.

Após o preenchimento, você recebe Apllication ID, guarde esse número. E tem a opção de imprimir e/ou mandar por email. Fiz das duas formas, guardei em PDF e mandei por email.

Pronto, a parte mais complexa e demorada já passou.

Agora, deve entrar no site do visto americano e fazer um cadastro. Serão necessários alguns dados:

Após essa tela preenchida, você pode adicionar membros à família, desde que sejam com o mesmo sobrenome exato. Não tem essa informação no site, mas não consegui adicionar o meu marido pois apesar de termos o mesmo último sobrenome, os demais são diferentes. Tive que abrir um novo login pra ele. Consegui acrescentar à minha família apenas minhas duas filhas.

Depois de preenchida toda a família, o site pergunta se você quer pagar a taxa. Dá para pagar online mesmo com um cartão de crédito. São 160 dólares para cada visto solicitado, agora sem taxa de agendamento. Não é mais necessário ir a uma agência Citi Bank.

Após o pagamento da taxa, você recebe um código de barras. Vale imprimir e também mandar para vocês mesmo por e-mail. Esse código de barras é o seu recibo de pagamento.

Feito o pagamento, é hora de agendar a entrevista. O site te abre um leque de opções:

Visto novo, requisito de idade (maiores de 60 anos e menores de 15 anos, que são isentos de entrevista) e renovação. Só pode entrar em Renovação quem teve o visto emitido após 2004.

Como nosso visto anterior havia sido emitido em 05/2007, portanto, entre 2004 e 2008; escolhemos essa opção.

Agenda-se a primeira entrevista em um dos dois CASV, Pinheiros ou Vila Mariana.

Escolhemos Pinheiros, por ser mais perto de casa.

Ao agendar a entrevista, você escolhe se quer que os passaportes sejam enviados pelo correio (precisa preencher os dados de endereço e CPF/RG) ou serem retirados nos postos DHL. Tem várias opções de endereço aqui.

Lembre-se, você pode agendar para toda a família no mesmo horário.

Para agendar a “entrevista” das crianças menores que 15, que na verdade não irão ao CASV, basta entrar em “Requisito de Idade” na tela anterior, ainda que seja renovação e continuar com o mesmo procedimento.

Agendamos para as 7:00h de uma quinta-feira. Fomos apenas eu e meu marido ao CASV Pinheiros. Não é preciso levar as crianças, apenas a uma foto 5 x 7 de cada uma delas.

Chegamos cerca de 6:45h e já havia uma longa fila na porta. Pensei que ficaria lá por horas. Nada disso: 7h pontualmente, o agente consular pediu para que só permanecessem na fila as pessoas com entrevista marcada para as 7:00h, primeiro horário. Metade da fila se dissipou.

Entramos, sem transtornos, ficamos em uma pequena fila para conferência do horário, uma outra pequena fila para conferência dos documentos, até sermos chamados para o guichê de coleta de foto e digitais.

Em cerca de 30 minutos, o processo todo estava terminado e fomos informados que receberíamos um e-mail do consulado sobre a situação dos nossos vistos.

7:35h estávamos voltando para a casa, até meio espantados com a rapidez e eficiência dos trâmites.

Seis dias depois, recebi mesmo os e-mais do Consulado Americano informando que nossos passaportes com os vistos já haviam sido postados. Em 2 dias, chegaram em nossa casa.

Envelope da DHL

Foi muito tranquila a renovação com as novas regras. Só não entendi ainda quem deve repetir a entrevista e quem está liberado.

Documentação necessária para o procedimento no CASV:

  1. Formulário DS-160 devidamente preenchido e impresso
  2. Recibo de pagamento com código de barras
  3. Comprovante de agendamento da entrevista com código de barras
  4. Passaporte atual
  5. Passaporte antigo com visto anterior, se for o caso
  6. Foto 5 x 7 com fundo branco (se for criança)

Boa sorte!

Roteiro Básico (Bacanérrimo) de D.C.


Fiz esse roteiro de DC há algum tempo e não sei porque não postei no blog. Ele está super completo e a maioria das atrações não mudará nada em alguns anos. Acho que dá para aproveitar bastante a cidade:

Aeroporto: Dulles International Airport (Aeroporto Internacional Dulles), a 40 km do centro, Dulles é localizado no Condado de Loudon, Virgínia. O aeroporto é usado, principalmente, para vôos internacionais. Táxis, ônibus fretados e ônibus normais estão disponíveis para levá-lo de Dulles até seu destino.

PRINCIPAIS ATRAÇÕES TURÍSTICAS:

 

National Mall

O National Mall é a principal praça da América e concentra quase todos os “must see” (ou atrações turísicas obrigatórias da cidade)

Sugestão de passeio: Comecem no  Capitólio e vá andando até o Lincoln Memorial: você vai passar por todos os museus da Instituição Smithsonian (pode escolher um para visitar, abaixo seguem sugestões), pelo Washington Monument, e andar até o Memorial da II Guerra, e depois seguir o Espelho d’água até o Lincoln Memoral. Do lado direito do Lincoln Memorial há o Memorial da Guerra da Coréia e do lado esquerdo, o Memorial dos Veteranos da Guerra  do Vietnam (muito emocionante).

Memorial da Guerra da Coréia

Lincoln Memorial

Um pouco mais afastado, mas ainda pertencente ao Mall, as margens da Tidal Basin (pequena represa), há o Jefferson Memorial e ali ao lado o Museu do Holocausto (esse muito interessante também)

Pronto, agora só resta Casa Branca e acabaram-se os “must see” de Washington D.C.

Se ainda tiverem pique, caminhem até a Casa Branca, que só dá para ver de fora, de longe.

Segue anexo o mapa da National Mall.

Smithisonian Museums: Highlights

História Natural: para ver zilhões de dinossauros (legal, mas vá direto a eles) e o quarto diamante mais valioso do mundo, o diamante Hope; na seção das Gemas. Se gostar, estenda até a seção dos meteoritos e das pedras trazidas da lua, que são bem interessantes e também ficam na National Gem and Mineral Collection.

Localização do museu: na esquina da 10th Street and Constitution Ave.

Museu de História Natural

Freer e Sackler Galeries: Galerias menores com foco principal na arte asiática/oriental, com belíssimas peças, conectadas pelo subterrâneo.

The Sackler Gallery : 1050 Independence Avenue, SW.

The Freer Gallery of Art : Jefferson Drive at 12th Street, SW

National Galery: A rigor, não faz parte dos Museus Smithisonianos, mas a admissão também é gratuita. É composta por dois edifícios (leste e oeste), mas o acervo mais importante fica no prédio oeste. O outro é apenas um anexo, de suporte. As coleções principais são de arte americana e européia, e eu os aconselho a darem uma olhada no site para irem focados na obras/seção de interesse.

O ponto alto, no entanto é o Sculpture Garden:

Fica no National Mall, entre as 3rd and 7th Streets, na  Constitution Avenue NW. Aberta de segunda a sexta, das 10:00 as 17:00h e domingos das 11:00 as 18:00h.

ATRAÇÕES FORA DO NATIONAL MALL:

1) Adam’s Morgan: é bairro moderno e multi-racial, cheio de boutiques, clubes, bares e restaurantes, além de  vários murais coloridos durante pelas ruas . O coração do bairro fica no cruzamento da 18th Street e Columbia Road. Outros pontos de interesse incluem o Centro de Artes do Distrito de Columbia e uma feira ao ar livre que acontece aos sábados.

2) South West/ Waterfront: onde fica um lindo mercado de peixes (The Fish Whar) e vários restaurantes que servem  frutos do mar de frente para para Rio

3) UnionStation, uma linda estação de trem, nos moldes da Grand Terminal Station de NY, onde existem restaurantes e lojas bacanas.

4)  Dupont Circle: Esse é um parque muito agradável e a vizinhança é de mansões antigas hoje transformadas nas diversas embaixadas dos países. Nessa região há a maior concentração de Galerias de Arte Independentes da cidade, incluindo a famosíssima The Phillips Collection, uma coleção particular de obras importantes, focadas nos mestres impressionistas franceses (Degas, Cézanne, Gauguin, van Gogh, Bonnard, Matisse) e na arte moderna americana.

5) Georgetown: um bairro bem legal, próximo do centro de Washington, alegre e vivo, onde fica a tradicional University of Georgetown (que vale a visita) além de ser um polo bastante interessante para compras.  O local mais indicado para compras de rua é na Winconsin Ave entre as Ruas M e P (M,N,O,P,Q). Lá você também encontra o Shopping de GeorgeTown, o The Shops at Georgetown Park, na 3222 M Street, NW.

SUGESTÕE DE RESTAURANTES:

1) Ásia Nine em DC

2) Jaleo em Downtown D.C.

3) CheaseCake Factory: a comida é deliciosa e o chease cake de chocolate Godiva é de largar a família.

4) Caso queiram um restaurante mais elegante, podem seguir os passos do Obama e jantar no Equinox: 818 Connecticut Ave N.W

Para reservas: Open Table ou pelo tel: 202-331-8118

5) Ideal para happy hour: o wine bar Proof.  

775 G Street, NW Washington, DC (fica bem perto do Museu de História Americana)

6) Sequoia: elegante restaurante em Georgetown com vista para o Kennedy Center for Performance Arts, que é um centro cultural onde se pode assistir espetáculos, balés e óperas.

COMPRAS:

1) Georgetown e The Shops at Georgetown Park, conforme descrito acima

2) Macy’s Downtown que fica na estação metro Center, endereço: 1201 G.Street

3)Shopping The Fashion Center of Pentagon City

Um pouco distante do centro, mas  conectado pelo metro

Caso queiram fazer um tour guiado, seguem duas opções:

De dia, duração de 6h

De noite, duração de 3h

 

Como sobreviver a um vôo com duas crianças (sozinha).


Tive que voar sozinha pela primeira vez com minhas filhas. Sempre evitei esse momento, achando que seria caótico. E foi mesmo, porém aprendi algumas boas lições que achei por bem compartilhar. Quando eu escrevo um tópico com esse título (ou semelhante), não significa que estou dando dicas de especialista em comportamento infantil ou escrevendo um tutorial. Quero que fique bem claro que tudo que é escrito por mim aqui nesse blog é a minha experiência pessoal apenas, como na maioria dos blogs de turismo. Nada aqui é verdade absoluta e serve para todo mundo.

 

Era um vôo doméstico, de Natal para São Paulo com 3:30h de duração, que saía de Natal as 15:30h e chegava em São Paulo às 19:00h. Parece simples, não? Mas garanto que não é, com uma criança de 1 ano e 8 meses e outra de 4 anos e meio. Minhas recomendações:

 

1)      Sua bolsa de mão é sua salvação. Ela deve conter fraldas limpas, um trocador pequeno de plástico, pomada de troca de fraldas, mudas de roupas limpas (não esqueça calcinhas/cuecas limpas para os desfraldados), casacos (se está indo do calor por frio) e lanchinhos. Recomendo frutas que não fazem muita sujeira, como maçãs e uvas acondicionadas em potes e que não necessitam de facas; pequenos sanduíches e algum pacote de biscoito/salgadinho. Mesmo que você seja como eu, contra biscoitos e salgadinhos, dar um biscoito de cada vez para a criança pode ser a garantia de um tempo maior sem choros. Também leve água (compre no embarque, pois não se pode embarcar com garrafas de água) e suco. O leite, recomendo que seja levado em pó, dentro de compartimentos próprios para o preparo de mamadeiras ou dentro da própria mamadeira, já na quantidade certa, sem água. Não se esqueça também de itens de diversão, como cadernos, lápis, livros e até um DVD portátil, se tiver. E por fim, uma dica importante: sua bolsa de mão não deve ser grande a ponto de não caber no chão, embaixo do acento da poltrona da frente. Isso porque você precisa ter todos esses itens disponíveis o tempo todo, e não adianta uma bolsa de mão completa trancada no compartimento de bagagens de mão, quando você está na janela e meio. Levantar o vôo todo, atrapalhando o passageiro do corredor para pegar itens na bolsa de mão não vai funcionar. E não adianta muito pedir corretor, porque em tempos de Internet, todo mundo faz check-in on-line, marca lugar, escolhe corredor e você, com crianças, não pode fazer check-in antecipado. Vai sobrar janela e meio, garanto.

 

2)      Peça para alguém da família te levar para o aeroporto e te ajudar no check-in com as malas porque despachar malas e procurar documentos com duas crianças pequenas cheias de energia querendo correr pelo aeroporto não será tarefa muito fácil. E esqueça os assentos preferenciais da frente: como agora eles são vendidos pouco mais caro pelas companhias aéreas, como “Econômica Plus” ou algo equivalente, você, com seu bebê, vai ficar numa poltrona normal, no fundo.

 

3)      Peça para alguém próximo te buscar no aeroporto e ficar te esperando logo no portão de desembarque. Assim você chega, despacha logo as crianças para o pai ou familiar e vai para a esteira com mais tranquilidade esperar pelas malas. Aliás, procure levar o mínimo de bagagem que puder, sempre.

 

4)      Por fim, peça a colaboração do mais velho (ou para o mais comportado) para ajudar a cuidar do mais novo. Explique que é necessário se comportarem, já que o menor dará muito trabalho. Eles compreendem bem, e se sentem importantes. Se o menor chorar, peça para o mais velho ficar sentadinho na poltrona, “guardando o lugar” para andar com o menor um pouco pelo corredor. E procure ter poltronas para cada uma das crianças, porque ficar com um bebê de quase 2 anos, cheio de energia, com 13kg ou mais no colo, na econômica é bem complicado, ainda que seja sem custo.

São essas as dicas que me ajudaram a tornar essa viagem (um pouco) menos caótica. Boa sorte para quem ainda vai se aventurar nessa loucura. E quem já se aventurou, por favor, deixe suas dicas na caixa de comentários.

 

 

A Lagoa da Conceição e nossa pousada


A vegetação nativa

Como já era minha quarta visita a Florianópolis,  e a idéia era, dessa vez fazer uma viagem mais romântica e mais slow; decidi ficar hospedada no canto da Lagoa da Conceição por ser um ponto mais próximo das praias. Foi legal, porém para quem vai a primeira vez para Floripa, talvez seja mais interessante ficar no centro. Na região da Lagoa tudo é mais longe, não há serviços tão próximos, as distâncias são maiores e trânsito pode ficar bem ruim. E ficar hospedado no centro da Lagoa é muito turístico, muito movimentado. O canto é mais charmoso, porém mais ermo. Eu nem mencionei nos outros post sobre Floripa, mas é impossível visitar a cidade sem um carro. As praias são todas muito afastadas e estar de carro faz toda a diferença.

Alugamos um carro na Vera Car, uma locadora local bem boa, perto do aeroporto. A reserva do carro foi feita sem complicações pela net, o preço era muito menor do que nas locadoras maiores para o mesmo período e eles já nos esperávamos no aeroporto com o carro, com plaquinha no desembarque e tudo. Recomendo o serviço.

Ficamos uma noite no hotel Porto da Ilha no centro (hotel corporativo, bom preço e excelente localização) e na volta da praia do Rosa, nos dirigimos para a nossa pousada, a Pousada das Palmeiras, no canto da Lagoa. A pousada tem prós e contras, mas eu não ficaria hospedada nela numa próxima vez. São chalés individuais localizados no meio da mata nativa (o que é um fator super positivo), porém não tem recepção o tempo todo (fecha às 16h) e o nosso quarto era mais escuro e bem menos charmoso do que as fotos do site (ficamos na suíte Lagoa). O café da manhã é bem delicioso, trazido numa cesta, deixada na porta do nosso quarto. O que mais nos incomodou, no entanto, foi a falta de segurança. Eu sei que sou paulistana, mas o portão ficava sempre aberto, dia e noite, e éramos os únicos hóspedes da pousada, sem recepção. Qualquer pessoa poderia entrar na pousada e nos surpreender a qualquer momento. Não sei como são os índices de criminalidade da região da lagoa, mas minimamente um portão eletrônico a pousada deveria ter. No final, achei que o custo foi maior do que o benefício.  A dica foi dada pelo Hugo neste post no VnV. Acho que eles gostaram mais da pousada do que nós. Acontece.

Café da manhã

A suíte Lagoa da Pousada das Palmeiras

A vista do meu quarto

Perto de lá, às margens da Lagoa, há pelo menos três restaurantes super recomedáveis: o Mar Massas, que fica no alto, com uma belíssima vista da Lagoa, o Villa Maggioni, também com uma linda vista para a Lagoa, um restaurante mais intimista, de comida mediterrânea e a famosa pizzaria Basílico, moderna e com pizzas e drinks muito bons. Pizza digna de São Paulo.

Drinks da pizzaria Basílico

O belo restaurante Villa Maggioni

E como última informação, os melhores meses para se visitar Floripa e todo o litoral de Santa Catarina são março e dezembro (até antes do Natal), quando é bastante calor, mas não há multidões.

Nos próximos posts, falarei das praias, que é o que mais interessa em Floripa.

Dois jantares de sonho no Rosa


Quando viajo sozinha com o marido, deixando as crianças em casa, gosto de sair pra jantar em bons restaurantes, para comer bem e ser feliz. Já que no dia-a-dia é muito difícil fazermos isso, sempre procuro escolher com cuidado e reservar alguns restaurantes mais legais.

No Rosa existem várias opções de restaurantes, para todos os bolsos e gostos. Desde os sarados PFs, adorados pelos surfistas, até os restaurantes mais bacanas e lindos. Escolhemos dois deles, nos baseando nas dicas do @gusbelli, do excelente blog Viajar e Pensar: o Tigre Asiático e o Lua Marinha.

Todos os caminhos levam ao Tigre Asiático, essa era a nossa frase preferida no Rosa. Ele fica numa espécie de encruzilhada na parte mais plana do vilarejo e qualquer informação que você pedir a qualquer local começará com a seguinte frase: “você vai até o Tigre, e vira à direita (ou esquerda, etc)”.

Central ou não, o Tigre é um restaurante de comida oriental (tailandesa, japonesa e da Indonésia), digno de nota. O ambiente é lindo, charmoso, bem decorado com móveis preferencialmente oriundos da Indonésia (tem uma loja enorme desses móveis em Garopaba, perto dali, que recebe clientes de vários pontos do estado), mesas no chão e motes orientais. Mas o melhor mesmo, sem dúvida, é a comida. Eu escolhi o , um curry de camarões com coco e especiarias, o marido foi do clássico Phad Thay. Nenhum de nós se arrependeu.

Goog Curry

Phad Thay

O outro restaurante incrível que tivemos a sorte de experimentar foi o Lua Marinha. A chef Taís Muradás, foi escolhida pela própria Madonna para acompanhar sua trupe em 2008, cozinhando com seus chefs internacionais.

O lugar é bem escondido e fica à beira da Lagoa. Tem que ir de carro, por uma estradinha de terra, mas chegando lá, o visual compensa. E a comida, então…Escolhemos o seviche de robalo de entrada e como principal, camarão ao molho de coco com risoto cremoso de limão, que serviu bem duas pessoas. Memorável e inesquecível, banhado por aquele por-do-sol na lagoa.

Camarão no coco com risoto cremoso de limão

Essas são as minhas melhores dicas gastronômicas do Rosa. Não deixe de conhecer, caso visite a região.

A praia do Rosa


Sabe aqueles lugares que você sempre quis ir, mas nunca conseguiu, por uma razão ou por outra? E eles vão crescendo no seu imaginário, até que você resolva parar tudo e ir. Eu ouço falar sobre a praia do Rosa desde a adolescência. Tinha chegado até bem perto, mas nunca tinha conseguido visitá-la.

Dessa vez, surgiu a oportunidade, e resolvemos emendar a praia do Rosa e um pouco do litoral sul de Santa Catarina à semana em Floripa. Nenhuma decisão poderia ter sido mais acertada.

A praia é muito alto astral, daqueles lugares escondidinhos no litoral brasileiro, de relativo difícil acesso, onde os surfistas, os malucos e os descolados se encontram para festejar a entrada do verão. A época era a ideal, dezembro, antes do Natal, calorão, mas ainda sem muvuca.

Ficamos na pousada Rêmora, no alto do morro. A pousada é deliciosa, confortável e com essa vista:

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Valeu super a pena acordar para ver esse por do sol. A Praia é longe, o que é uma desvantagem, mas de carro, chega-se em 5 minutos. A pé, a caminhada é boa morro abaixo, mas a volta, morro acima, nem quis arriscar.

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Vista da pousada

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Curtindo o visual depois de um dia cansativo de praia

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A Praia do Rosa, meio

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A noite, rola um super agito, mas vou falar sobre os restaurantes em outro post. É fundamental estar de carro também para se conhecer as outras praias da região que são (quase) tão lindas como o Rosa.

Fomos até a Lagoa de Ibiraquera, enorme, que tem um braço pro mar. Bonita, mas um pouco farofenta no domingo. É bem perto do Rosa, cerca de 20 minutos de carro, sem pegar a BR. Basta ir contornando a lagoa até chegar à barra.

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As margens da Lagoa, pré tempestade.

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A Lagoa de Ibiraquera

Outros dois passeios legais que fizémos foi Garopaba e Ferrugem. Garopaba fora de temporada parece um daqueles vilarejos de pescadores parados no tempo, mas fica muito cheia de janeiro ao Carnaval, segundo fui informada. Em Garopaba fica a famosa fábrica da Mormaii, que é a principal marca de surfe brasileira. A fábrica é enorme, na estrada e a maior loja fica na cidade. E dá emprego para muitos dos habitantes locais.

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Garopaba

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Mais Garopaba

E por fim, vale visitar a Ferrugem, uma das praias mais famosas para surfe no Brasil. É bonita, bem cuidada e alto astral. Aliás, as praias de Santa Catarina que visitamos, eram todas limpas e cuidadas pelas associações de moradores locais e surfistas. Grande lição para outros locais do nosso lindo litoral, que merecem ser melhor cuidados.

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Ferrugem

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Canto esquerdo, Ferrugem

SANTA CATARINA PARA DOIS


OK, vamos tirar as teias de aranha do blog. Eu venho me perguntando porque estava tão sem ânimo de voltar a escrever. As respostas sempre me pareciam óbvias: 2011 foi um ano sem muitas viagens, com bebê pequeno e reforma. Além disso, eu estava sem tempo, trabalhando muito, muito focada em retomar minha carreira depois da licença-maternidade. Todas essas são respostas boas, mas havia algo mais que eu não sabia explicar. Um certo  “bode” que me acometia assim que eu abria uma página em branco para escrever. E poucos dias atrás esse “bode” tomou forma: peguei uma implicância gratuita (ou nem tanto) pela expressão “blog de viagem”. Tirando o site VnV e alguns blogs de amigos queridos, com excelente conteúdo,  a maioria dos ditos “blogs de viagem” é raso, não informativo, mal escrito e com interesses comerciais pouco claros, para dizer o mínimo. Eu sei que é o sonho de todo mundo ganhar dinheiro com o que mais gosta de fazer, ou seja, viajar, mas infelizmente ganhar dinheiro com isso e fazer um bom trabalho é para muito poucos. E nunca foi o meu objetivo. Tenho minha profissão, não pretendo trabalhar na área de turismo e Big Trip pra mim, é uma diversão. Não queria vê-lo no mesmo saco de gatos da maioria dos blogs fracos que constituem a blogosfera de turismo atual. É isso.

Depois da sessão de terapia, vamos ao que interessa: Floripa! A idéia dessa viagem foi viajar a dois, sem crianças e ao mesmo tempo estar perto, caso precisassem da gente. Não é de todo fácil sair de casa e deixar duas crianças pequenas. As mães vão me entender muito bem. Mas é necessário. Esses períodos de convívio somente com o marido, deixando as obrigações de pais um pouco de lado, dormindo e acordando tarde e descansando bastante é saudável para qualquer relacionamento e eu sou uma grande defensora disso. Por isso, veio a idéia de Santa Catarina: linda, bela e santa. Que nos recebeu com sol e dias belíssimos. E que fica a apenas 1h de vôo.

Para quem curte praia, Florianópolis tem que ser visitada no verão. E talvez os dois melhores meses sejam dezembro, antes do Natal, e março. Menos chuvas e menos muvuca. Aliás, a semana antes do Natal é maravilhosa para se viajar pelo Brasil: vazia, barata e quente.

Montei o roteiro sem grandes planejamentos. Não precisa, é fácil, afinal estamos no Brasil, num estado desenvolvido e pronto para o turismo. Tive muita ajuda do @gusbelli, do excelente Viajar e Pensar. Ele é “manezinho da ilha” com muito orgulho, ama praia, além de ser gente finíssima.

Chegamos numa sexta a noite e já havia uma placa no aeroporto com o nosso nome do pessoal da Vera Car (dica do Hugo, nesse post do VnV). Em Floripa e litoral continental de SC é fundamental ter um carro para conhecer as praias. Na verdade, não se faz nada sem carro. Alugamos um Classic com ar condicionado por um preço bem bacana, com GPS e já saímos do aeroporto motorizados.

Dormimos no excelente Porto da Ilha, um hotel corporativo, mas muito bem localizado no centro de Florianópolis, também dica do @gusbelli. Eu acho legal ficar hospedado no centro comercial de Floripa, pois o que se perde em “charme”, se ganha em praticidade.

Dia seguinte, depois de um ótimo café da manhã, partimos para a famosa e sonhada Praia do Rosa, no município de Imbituba, litoral sul de Santa Catarina. Eu sempre tive essa praia na minha “wish list” e mesmo após esta sendo a minha quarta visita a Floripa, não tinha conseguido passar por lá antes. Sabe como é, quem já namorou um surfista alguma vez na vida, já ouviu falar da Praia do Rosa.

No caminho, paramos para pegar uma praia e almoçar na Guarda do Embaú. A praia continua linda, e o mais impressionante, preservadíssima. Estive lá em 2002, e acho que a Guarda não cresceu 1 metro. Não ganhou nenhum Resort e nem se “desenvolveu” no mal sentido. Continua intacta e limpa, com seu riozinho e suas dunas branquíssimas. É um super point de surfistas também, mas “não surfistas” são bem vindos, desde que não sujem a praia. Um exemplo para a maioria das praias do litoral do Brasil. Vale a visita.

Praia da Guarda do Embaú

Almoçamos no restaurante Big Bamboo um bom peixe, bem barato e seguimos viagem rumo à Praia do Rosa.

Peixe com camarão do Big Bamboo - Guarda do Embaú

Chegamos sem muita dificuldade e seguimos para a nossa pousada, a Pousada Rêmora (também indicada pelo @gusbelli). A pousada talvez tenha sido nossa maior surpresa da viagem. Linda, bem cuidada, com um quarto enorme e agradabilíssimo, um chef super simpático, o Cristiano, café da manhã delicioso e o melhor de tudo: o visual. Ela fica em cima do morro, o acesso não é tão fácil, mas essa vista compensa tudo.

Quarto da Pousada Rêmora

Vista da Pousada Remora

Piscina da Pousada Rêmora

Nos próximo post, falo mais sobre a Praia do Rosa e imediações. Stay tuned!

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